Valentina me mandou a selfie do tanquinho branco de renda antes mesmo de eu bater na porta. Quando abri, ela estava igualzinha: cabelo liso no meio, piercing no nariz, relógio dourado no pulso, decote aprofundando a cada respiração.

— Entra logo — puxou minha camisa. — Tô molhada desde a foto.
Empurrei ela contra a parede do corredor. A renda raspava nos meus dedos quando puxei o top pra cima — seios macios, mamilos duros. A boca dela era gulosa. Desci a mão pela barriga até dentro do short: buceta inchada, escorrendo.
Levei ela até o sofá. Valentina montou em mim, ainda de top erguido, e encaixou meu pau devagar, gemendo com o aparelho… não, os dentes cravando o lábio. Rebolou gostoso, seios batendo na minha cara. Eu segurei o quadril e meti de baixo pra cima até ela gozar escorrendo nas minhas coxas.
Virei ela de bruços, puxei o cabelo e gozei nas costas quentes, a corrente dourada ainda brilhando no pescoço suado.
— Próxima foto — ela riu ofegante — você escolhe a pose.

