
Ela se chama Sofia. Cabelo preso em coque bagunçado, olhos verdes intensos e um corpo que parecia feito para ser devorado pelo olhar. A camiseta branca justa marcava os seios firmes e o short rosa clarinho colava nas curvas generosas do bumbum, deixando pouco à imaginação.
Eu só queria tirar uma selfie no corredor… até ela se virar de costas, arquear a coluna e olhar por cima do ombro com a boca entreaberta. O short subiu um pouco, revelando o começo das nádegas. O perfume doce dela invadiu o ambiente.
— Gostou do que viu? — perguntou com a voz rouca, ainda olhando para trás.
Não precisei responder. Sofia deu dois passos para trás, o corpo colado no meu, o bumbum macio pressionando contra mim. A mão dela subiu pela minha perna enquanto ela continuava olhando por cima do ombro, o sorriso safado e os lábios semiabertos.
O resto da tarde se transformou em uma sequência de beijos molhados, mãos explorando e gemidos abafados contra a parede. O short rosa acabou no chão. E eu descobri que ela gemia mais alto quando eu apertava aqueles glúteos firmes.

