A cozinha da Renata era grande demais pra tanta safadeza. Ela posou igual na foto: blusa vermelha com o cruzado nas costas, saia curta estampada, saltinho — e a perna em cima da cadeira de couro, me olhando por cima do ombro.

— Jantar pronto — provocou. — Sou eu.
Cheguei por trás. Beijei o ombro nu, a mão subindo pela coxa até debaixo da saia. Calcinha fio dental já deslocada. Renata arqueou as costas, o bumbum empinado batendo em mim. Abri o zíper, levantei a saia e enfiei de uma vez, ainda de pé, ela segurando a cadeira.
O barulho molhado misturou com o tilintar dos utensílios. Meti forte, a blusa vermelha subindo, o cruzado das costas afrouxando. Ela gozou gemendo no cobertor de forno… no braço da cadeira, as unhas cravadas no couro.
Ajoelhei, virei ela sentada na cadeira com as pernas abertas e chupei até o segundo orgasmo. Só então gozei dentro, fundo, a saia amarrotada na cintura e o saltinho ainda no pé.
— Limpa a cozinha depois — ela sussurrou. — Eu ainda não terminei com você.
