
Ela se chama Camila. Cabelo preto longo e molhado escorrendo pelas costas, pele bronzeada brilhando sob o sol, seios fartos apertados no cropped florido e aquele short rosa clarinho que molhava e colava nas coxas e no bumbum gordo e empinado. Estávamos sozinhos no riacho atrás da cabana. Ninguém por perto. Só o barulho da água corrente e o corpo dela me provocando sem nenhuma vergonha.
Camila se sentou na pedra rasa, a água batendo na altura da cintura. Abriu as pernas devagar, o short molhado marcando o formato da buceta. Olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou baixo:
— Vem cá… quero sentir sua boca antes de qualquer coisa.
Eu entrei na água, ajoelhei na frente dela e puxei o short pro lado. A buceta já estava inchada e brilhando. Chupei o clitóris com vontade, dois dedos entrando fundo enquanto a língua girava. Camila gemeu alto, puxou meu cabelo e rebolou na minha cara. Em poucos minutos ela gozou, as coxas tremendo e a água espirrando ao redor.
Não deu tempo dela se recuperar. Levantei, virei ela de quatro na pedra e enfiei o pau de uma vez. A buceta apertava quente e molhada. Meti com força, segurando a cintura dela, o short ainda preso numa coxa. O som da porra batendo na água ecoava. Camila pedia mais fundo, mais duro. Eu cuspí na mão, passei no cu apertado dela e enfiei o polegar. Ela gritou e gozou de novo, o corpo inteiro se contraindo.
Aí ela olhou por cima do ombro e falou a frase que me deixou ainda mais duro:
— Mete no cu agora. Quero sentir você inteiro.

Puxei o pau da buceta, passei a cabeça no cuzinho molhado de saliva e saliva e enfiei devagar. Camila arqueou as costas e gemeu longo. Quando estava todo dentro, comecei a foder o cu dela com estocadas fundas e ritmadas. Uma mão apertava o peito que balançava pra fora do cropped, a outra batia na bunda. A água batia nas nossas pernas enquanto eu metia sem dó. Ela gozou no anal, o cu apertando meu pau com força, e eu gozei dentro, enchendo ela.
Ainda ofegante, Camila se virou, ajoelhou na água e engoliu meu pau sujo de porra e saliva, chupando até limpar tudo. Depois se levantou, o short ainda torto, o cropped molhado marcando os mamilos duros, e sorriu:

— Agora chama seus amigos. Quero os três.
Meia hora depois os dois caras chegaram. Camila não esperou. Tirou o cropped e o short na frente deles, ficou nua na água e se ajoelhou. Um pau na boca, outro na mão, e o meu entrando de novo no cu. Ela era fodida nos três buracos ao mesmo tempo: um metendo na buceta, outro no cu e o terceiro gozando na garganta. A gente revezava. Ela gozava sem parar, o corpo tremendo, a água suja de porra escorrendo pelas coxas. No final os três gozaram nela: um no cu, um na boca e o outro nos peitos. Camila ficou de quatro na pedra, lambendo o que escorria, o cabelo molhado colado no rosto e o sorriso de quem tinha acabado de ser usada do jeito que queria.
Quando os outros foram embora, ela ainda estava nua na água, me olhando e falando baixo:
— Amanhã de novo. E dessa vez quero que filme.

