
Ela se chamava Lara. Cabelo loiro longo, pele clara e um corpo que parecia esculpido para provocar. O uniforme azul claro apertava nos lugares certos: o decote profundo revelava o volume generoso dos seios, e o tecido fino marcava o contorno da cintura estreita e do bumbum redondo e empinado.
Eu estava no leito, com a mão ainda dormente da medicação, quando ela entrou puxando o carrinho de medicamentos. Em vez de só checar os sinais vitais, Lara se agachou ao lado da cama, as luvas azuis brilhando sob a luz fria do quarto. O movimento fez o uniforme subir um pouco nas coxas, revelando a curva suave da pele.
— Precisa de alguma coisa? — perguntou com a voz baixa, quase um sussurro. Os lábios carnudos se entreabriram e ela fez um sinal de paz com a mão enluvada, o olhar fixo no meu, provocante.
Não deu tempo de responder. Ela se levantou devagar, o corpo balançando de forma deliberada, e se aproximou mais. O perfume doce misturado com o cheiro de álcool hospitalar criou um contraste perigoso. Lara inclinou o tronco, o decote caindo ainda mais, e murmurou:
— Às vezes o melhor remédio não está no frasco…

A mão enluvada deslizou pela lateral da minha coxa, demorando mais do que o necessário. O tecido do uniforme marcava os seios pesados e o bumbum generoso a cada movimento. Quando ela se virou para pegar algo no carrinho, a curva das costas e o volume das nádegas ficaram em evidência total. Eu mal conseguia respirar.
Naquela noite, depois que as luzes se apagaram, Lara voltou. Sem o carrinho. Só com o uniforme e um sorriso safado. O resto… bem, o resto não cabe em nenhum prontuário médico.

