
Ela estava deitada na cama de hotel, usando só o top amarelo e verde com a palavra “BRASIL” estampada. O tecido fino marcava os seios generosos e o piercing no umbigo brilhava sob a luz amarelada do abajur. Cabelo loiro solto, lábios rosados e um olhar que dizia “venha me comer”.

— Você vai só olhar ou vai fazer alguma coisa? — provocou, mordendo o lábio inferior.
Eu me aproximei. Ela puxou minha mão e colocou sobre o seio direito, apertando. O tecido do top era tão fino que eu sentia o calor da pele e o volume macio. Em segundos o top subiu, os seios saltaram livres e a boca dela encontrou a minha em um beijo molhado e urgente.
A calça cinza que ela usava na parte de baixo não durou muito. O corpo dela era uma curva atrás da outra: cintura fina, quadril largo, bumbum empinado e seios pesados. Ela gemia meu nome enquanto eu a devorava, e o piercing do umbigo balançava a cada movimento.

