Júlia estava de bruços na colcha marrom, exatamente como na foto: camiseta branca justa, shortinho branco, meias no pé, óculos no nariz, queixo apoiado nas mãos de unha vermelha. O bumbum empinado era um convite aberto.

— Chega quieto — falou baixinho. — Quero sentir você sem avisar.
Subi na cama por trás. Passei a mão por dentro do short — ela já estava molhada. Júlia arqueou as costas, o óculos escorregando. Puxei o short pro lado e lambi. Ela gemeu no travesseiro, as meias balançando no ar.
— Enfia… porra, enfia — pediu.
Enfiei de quatro, segurando a cintura. A camiseta branca subiu, mostrando as costas. Meti gostoso, o barulho da cama batendo na parede. Júlia gozou apertando em mim, gemendo meu nome. Eu gozei logo depois, fundo, ainda com o short dela preso numa coxa e o óculos torto no rosto suado.
— Deixa a câmera ligada da próxima — ela riu. — Quero ver essa cara de novo.

