Helena abriu a porta sorrindo daquele jeito — franja reta, boca rosa, blusa florida abrindo um V profundo demais pra ser inocente. A parede amarela atrás dela era a mesma da foto. O perfume dela me puxou pra dentro.

— Você demorou — falou, já puxando minha mão pro peito. — Fiquei pensando nisso aqui o caminho todo.
Empurrei Helena na cama. O decote cedeu fácil: seios fartos na minha boca, ela gemendo e rindo ao mesmo tempo. Puxei a saia, a calcinha preta molhada no meio. Dois dedos dentro enquanto eu chupava o pescoço. Ela gozou rápido, as unhas nas minhas costas, a franja grudada na testa suada.
Abri as pernas dela e meti. A buceta apertava quente. Helena puxava meu cabelo e pedia mais fundo, mais forte. Quando gozei, ela segurou meu rosto e beijou molhado, ainda tremendo.
— Próxima foto na parede amarela — sussurrou — depois que a gente tomar banho… ou antes.

